Sou dúvidas
Quero entender o porquê as vezes esqueço o que sou de fato
Quero saber como lidar com o que resta de mim
São tantas as marcas, tantas cicatrizes que o tempo deixou.
Preciso compreender e me alinhar no que restou após tantos sobrepostos
Dizeres e imposturas injetadas em mim, em meu ver e viver.
Preciso me resgatar e sobrepor os meus conceitos
Do que é certo ou errado, do presente ou passado.
Do que já se foi e de quem permanece ao meu lado
Saber separar o que realmente importa
E me importar menos com o “tanto faz”
Olhar e ver com deslumbre um futuro real
Mas sou medo
As vezes minha mente voa e me leva a sentimentos que não quero sentir
Pensamentos que envergonham e anulam minhas lutas
Levam-me a lugares onde de repente desisto, deixo de existir, veridicamente.
E gosto
Imagino-me em situações provocadas por impulsos, embriagada em lágrimas, solidão e palavras sufocadas.
E nesse impulso me deixo levar, fico extasiante
Já nem sei o que era, fico confusa entre o real e o abstrato.
Sigo adiante encarando o meu medo, desprotegida, sozinha e enfraquecida
Percebo que só há breu e silêncio
Não há voz, não há olhar.
Não há mãos a me agarrar
Tudo já era
Não há mais tempo e nem sei ao certo como voltar
Respiro fundo e deixo o ar repousar em meus pulmões
Pela ultima vez
Já não sou
Fui.
{Danielle Haas}
Me inspirei nos sentimentos da adolescente Hannah, personagem principal na série
13 Reasons Why.
A série gira em torno de uma estudante que se mata após uma série de falhas culminantes, provocadas por indivíduos selecionados dentro de sua escola. Uma caixa de fitas cassetes gravadas por Hannah antes de se suicidar relata treze motivos pelas quais ela tirou sua própria vida.
Quero entender o porquê as vezes esqueço o que sou de fato
Quero saber como lidar com o que resta de mim
São tantas as marcas, tantas cicatrizes que o tempo deixou.
Preciso compreender e me alinhar no que restou após tantos sobrepostos
Dizeres e imposturas injetadas em mim, em meu ver e viver.
Preciso me resgatar e sobrepor os meus conceitos
Do que é certo ou errado, do presente ou passado.
Do que já se foi e de quem permanece ao meu lado
Saber separar o que realmente importa
E me importar menos com o “tanto faz”
Olhar e ver com deslumbre um futuro real
Mas sou medo
As vezes minha mente voa e me leva a sentimentos que não quero sentir
Pensamentos que envergonham e anulam minhas lutas
Levam-me a lugares onde de repente desisto, deixo de existir, veridicamente.
E gosto
Imagino-me em situações provocadas por impulsos, embriagada em lágrimas, solidão e palavras sufocadas.
E nesse impulso me deixo levar, fico extasiante
Já nem sei o que era, fico confusa entre o real e o abstrato.
Sigo adiante encarando o meu medo, desprotegida, sozinha e enfraquecida
Percebo que só há breu e silêncio
Não há voz, não há olhar.
Não há mãos a me agarrar
Tudo já era
Não há mais tempo e nem sei ao certo como voltar
Respiro fundo e deixo o ar repousar em meus pulmões
Pela ultima vez
Já não sou
Fui.
{Danielle Haas}
Me inspirei nos sentimentos da adolescente Hannah, personagem principal na série
13 Reasons Why.
A série gira em torno de uma estudante que se mata após uma série de falhas culminantes, provocadas por indivíduos selecionados dentro de sua escola. Uma caixa de fitas cassetes gravadas por Hannah antes de se suicidar relata treze motivos pelas quais ela tirou sua própria vida.

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